Estudo sueco diz que gostar de cachorros pode ser genético

Um time de pesquisadores britânicos e suecos da universidade de Uppsala, Suécia, realizou um estudo em 35.035 pares de gêmeos que analisou a presença de um fator genético no ato de ter cachorros como animais de estimação. Este tipo de método científico é bem comum para determinar a influência do ambiente e dos genes na biologia e em comportamentos. A pesquisa foi publicada na última sexta-feira, dia 17 de maio, e está disponível no site da Nature.

Já que gêmeos idênticos possuem o mesmo genoma e gêmeos fraternos têm, em média, metade da variação genética, é possível analisar similaridades entre irmãos para determinar influências ambientais e genéticas no ato de ter ou não um cão.

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